terça-feira, novembro 11, 2008

DARUMA-SAN

Na China antiga havia um bonzo chamado DARUMA, o qual queria saber a verdade da vida. Após várias tentativas a procura da prática ascética, nada conseguiu. Finalmente então, ele decide sentar-se em frente à parede de um templo, meditando sobre a vida, até chegar a uma gama verdadeira, ou seja, à essência da vida.

Ao passar um ano ele nada conseguiu. Após dois anos, nada. Após três anos, nada.... Assim, quando ele atingiu o nono ano de meditação, finalmente conseguiu chegar ao reconhecimento sobre a verdadeira essência da vida. DARUMA é o fundador da religião ZEN BUDISMO.

A religião ZEN BUDISMO foi levada para o Japão no início do século 12. Mais tarde, na época de MUROMACHI-JIDAI (1333 a 1568), surge no Japão o boneco "DARUMA" na mesma posição em que Sr.Daruma sentava-se para meditação bem como imitando bonecos teimosos trazidos da China. Assim, começou a propagar como sendo uma decoração.

Em meados da época de EDO (1603 a 1868), chegou ao formato atual. Nessa época já havia no âmago do povo japonês o sentimento de se proteger usando o DARUMA como um talismã para evitar de todos os males existentes na colheita agrícola, caça e pesca... Desde então, o talismã DARUMA é utilizado nas casas comerciais, nos lares e no decorrer do tempo, pelos políticos em campanha eleitoral.

O povo japonês costuma comprar esse boneco que é vendido em barraquinhas localizadas próximo aos templos e santuários , no ano novo, para que se concretize o sonho depositado no ano que se inicia. Ao comprá-lo, vem sem os olhos: quando você quiser que o seu desejo se realize, pinte um dos seus olhos e, se o pedido for atendido, o outro deverá ser pintado em sinal de gratidão.

In: http://www.sonoo.com.br/Daruma.html

segunda-feira, novembro 10, 2008

Parangolé

INSTRUÇÕES para feitura-performance de CAPAS FEITAS NO CORPO

Hélio Oiticica

1- cada extensão de pano deve medir 3 metros de comprimento.
2- o pano não deve ser cortado durante a feitura da capa, de modo a manter a estrutura-extensão como base viva da capa.
3- alfinetes de fralda devem ser usados para a construção da capa , que será depois cosida.
4- a estrutura da capa-construida-no-corpo deve ser improvisada pelo participador; se a ajuda de outros participadores vier a calhar, ótimo; a estrutura deve ser construída em grupo em cada corpo participante, e feita de modo a ser retirada sem destruir, como uma roupa.
5- um grupo pode construir uma capa para várias pessoas, numa espécie de manifestação coletiva ao ar livre.
6- o uso de dança e/ou performances criadas por outros indivíduos é essencial à ambientação dessa performance: assim como o uso do humor, do play desinteressado, etc. de modo a evitar uma atmosfera de seriedade soturna e sem graça.

quarta-feira, outubro 22, 2008

Curta: Mão Mãe - Marcos Magalhães - 1979

Asanga, um grande praticante buddhista indiano, retirou-se em uma caverna para meditar dia e noite no Buddha Maitreya. Depois de seis anos, não tinha tido um único sonho auspicioso, uma única visão — nenhum sinal de realização. Então, concluiu que sua meditação era inútil. Deixou a caverna e, ao seguir pela estrada, passou por um homem que esfregava um lenço de seda numa coluna de ferro. Asanga perguntou ao homem, "O que o senhor está fazendo?"

"Estou fazendo uma agulha", respondeu o homem.

Asanga pensou, "Mas que perseverança! Ele está esfregando uma coluna de ferro com um lenço de seda para fazer uma agulha, e eu sequer tenho paciência suficiente para permanecer em retiro." Caminhou de volta para sua caverna e começou a meditar, dia e noite, sobre o Buddha Maitreya.

Depois de mais três anos de meditação, ela ainda não havia recebido sinal algum de realização. Nenhum sonho, nenhuma visão, nada. Novamente, muito desanimado, deixou o retiro. Ao seguir pela estrada, viu um homem que mergulhava uma pena num balde d'água e a passava sobre a superfície de um enorme rochedo. Asanga perguntou ao homem o que fazia.

"Este rochedo está fazendo sombra sobre a minha casa," respondeu, "então eu o estou removendo."

Asanga pensou, "Eis aqui alguém que, para ter apenas um pouco de Sol sobre seu telhado, se dispõe a ficar em pé interminavelmente, removendo um rochedo com uma pena. E eu não consigo sequer meditar até que obtenha um sinal." Então, voltou para a caverna e sentou-se em meditação.

Após um total de doze anos em retiro, ele ainda não havia recebido sinal algum. De novo, desencorajado e decepcionado, partiu. Ao seguir pela estrada, desta vez encontrou um cachorro muito doente. A parte inferior de seu corpo estava apodrecida por gangrena e cheia de larvas de moscas varejeiras. Sem as duas pernas de trás, ele conseguia apenas se arrastar pela estrada. Ainda assim, voltava-se para todos os lados, tentando morder quem estivesse em volta. O coração de Asanga se comoveu. "Este pobre cachorro", pensou, "O que posso fazer para ajudá-lo? Tenho que limpar a ferida, mas com isso posso matar as larvas. Não posso tirar a vida de um para preservar a de outro; toda vida tem valor."

Por fim, decidiu que, se usasse sua língua com cuidado para retirar as larvas da ferida, poderia salvar tanto os insetos quanto o cachorro. A idéia era repugnante, mas fechou os olhos e se abaixou. Quando abriu sua boca, sua língua tocou não o animal, mas o chão. Abriu os olhos. O cão havia sumido e ali estava o Buddha Maitreya.

"Faz anos e anos que estou rezando a você", exclamou Asanga, "e esta é a primeira vez que você aparece!"

O Buddha respondeu muito suave, "Desde o primeiro em dia que você começou sua meditação, tenho estado a seu lado. Mas, por causa do dos venenos da sua mente e dos enganos e ilusões criados por sua não-virtude, você não conseguia me ver. Era eu o homem que esfregava a coluna, era eu o homem que passava a pena no rochedo. Somente quando apareci como esse cachorro apodrecido é que você teve compaixão e altruísmo suficientes para purificar o karma que o impedia de me ver".

(Chagdud Tulku Rinpoche. Portões da Prática Budista.
Traduzido por Manoel Vidal, revisado por Cinthia
Sabbado, Marta Rocha e Maurício Sabaddo.
Três Coroas: Rigdzin, 2000. Pág.
85-87. )


sexta-feira, abril 18, 2008

Município do Rio já tem 56.919 casos de dengue

18/04/2008 - 21h21
Secretaria de Saúde não registrou novos óbitos nesta sexta-feira.
Em menos de quatro meses, a dengue já matou 89 pessoas em todo o estado.
Do G1, no Rio

O município do Rio registrou mais 1.466 casos de dengue de quinta para sexta-feira (18), segundo balanço divulgado pela Secretaria municipal de Saúde. O número total de casos só na cidade do Rio chega a 56.919 só este ano. Como não houve registro de novos óbitos, o numero de mortos continua em 54. Em menos de quatro meses, a dengue já matou 89 pessoas em todo o estado.


Cerca de 20 agentes de controle de endemias realizarão ações operacionais, eliminando possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti e tratando reservatórios que não puderem ser removidos. Neste sábado (19), ações ocorrerão em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio. No Conselho Distrital da área ocorrerão palestras e encontros de voluntários para formação de brigadas anti-dengue nos bairros de Santa Cruz, Sepetiba e Paciência.

Mutirões de combate à doença
O sábado também será de mutirões, que serão realizados nas comunidades da Serrinha, em Madureira, e do Quitungo, em Brás de Pina, Zona Norte do Rio, da Areinha, no Itanhangá, de Areal I, em Jacarepaguá, e Fazenda Marambaia, em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio.

Neste fim de semana, 30 postos de saude funcionarao por 24 horas.A secretaria informou ainda que, na próxima terça-feira (22), o ponto facultativo foi suspenso, em mais uma medida na luta contra a doença.

quarta-feira, abril 16, 2008

sexta-feira, abril 11, 2008

Mortalidade de crianças indígenas é o dobro da média nacional, diz relatório

11/4/2008 09:03:00

Brasília - Entre os indígenas, a mortalidade infantil é o dobro da média nacional, e os índices de desnutrição também são altos. É o que revela o relatório Violência contra os Povos Indígenas no Brasil 2006/2007, elaborado pelo pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi).

De acordo com o relatório, apresentado ontem (10) na 46ª Assembléia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), disenteria, pneumonia e tuberculose foram algumas das causas das 51 mortes de crianças indígenas nos últimos dois anos - 29 em 2006 e 22 em 2007.

"Em Mato Grosso [em 2006], 17 crianças morreram em conseqüência da desnutrição. Em Rondônia, foram registrados sete casos e, em Tocantins, 11 casos de óbito infantil causados por desnutrição, desidratação e, especialmente, por falta de tratamento adequado", registra o capítulo sobre mortalidade infantil do relatório.

Segundo o levantamento do Cimi, os estados de Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Tocantins foram os que apresentaram o maior número de mortes por desnutrição e desidratação infantil entre os índios. As causas apontadas pelo relatório vão desde a saúde precária das mães à falta de transporte para os postos médicos.

"É conseqüência e testemunho da saúde extremamente precária das mães que, amamentando, não conseguem alimentar seus filhos e, além disso, não têm assistência pré-natal e pós-natal adequada." O levantamento aponta ainda a "falta de alimentação, terra, segurança alimentar, água potável, saneamento, prevenção, vacinação e assistência médica" entre os fatores que levam a tal situação.

O documento do Cimi relaciona 74 casos de desnutrição entre índios em 2006 e 491 em 2007. Só em Mato Grosso do Sul, são 184, segundo o coordenador de Saúde Indígena da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) no estado, Zelik Trajber, conforme relatado no documento.

"Das 2,3 mil crianças de zero a cinco anos atendidas pela Funasa, 184 sofrem de desnutrição e ainda há 322 crianças sob risco de desnutrição", informa o relatório.

Fonte : Agência Brasil

In:
http://www.prontuariodenoticias.com.br/noticias.asp?secao=DE&id=3232

sexta-feira, abril 04, 2008


The False Mirror. 1928.
[Oil on canvas, 21 1/4 x 31 7/8" (54 x 80.9 cm)]
René Magritte (Belgian, 1898-1967).

quinta-feira, março 27, 2008

Arnaldo Jabor - O homem versus o mosquito


O Globo
25/3/2008

O Rio é uma calamidade urgente que tem de ser assumida

Não interessa saber se a dengue é uma epidemia ou não. A dengue é apenas a forma microbiológica que expõe o caos geral da administração do Rio. Os vírus proliferam pelo mesmo fertilizante que estimula a corrupção, a violência, a vergonha burocrática. A verdadeira epidemia é a administração da cidade que já atinge um grau de gravidade talvez irreversível.

Vivemos no Rio (oh leitores de outros estados!...) a sensação permanente do Insolúvel. Já temos a dengue, a febre amarela; um dia chegaremos à perfeição da varíola. Mas muitos sintomas eclodem alem da dengue: depressão, miséria, violência, ignorância. A própria crise psicótica do Cesar Maia também é um sintoma. Ele, que pareceu um exemplo de pragmatismo para quebrar a cadeia do populismo, entrou em catatonia, em paralisia mental, e não fala mais. Diante do Insolúvel, ele emite ruídos de e-mail como um robô quebrado.

O Rio de hoje é o filho defeituoso que a ditadura militar criou, pela fusão com o Estado fluminense, a estratégia "geiseliana" de afastar o MDB de uma possível vitória na política nacional em 75.

A des-fusão dos dois estados e a volta da Guanabara é um tema que surgiu, fervilhou e esfriou de novo, como tudo aqui. Seria uma utopia? Na Prefeitura, na Câmara Municipal, assembléias, repartições, vemos a cenografia e figurinos de nossa desgraça.

Estamos salpicados de favelas, de onde descem hordas de assaltantes para pescar cidadãos como num parque temático, somos governados por populistas de direita há décadas. Nosso melhor governador ("prefeito" do Estado da Guanabara) foi o Carlos Lacerda. Homem inteligente e competente - o ódio máximo de minha juventude - ( podem me esculhambar, velhos comunas...), mas que nos trouxe luz, água, túneis, urbanização e o conceito de administração moderna contra a politicagem fisiológica. Lacerda, com todos seus defeitos, era um atalho no populismo que tirou o Rio do ciclo "de dia falta água, de noite falta luz..."

Hoje, há um caldo de cultura de onde germina nossa tragédia. Ou melhor, duas grandes poças de cultura que se somam.

A primeira grande poça trágica é a imensa ignorância da população pobre, presa da demagogia de oportunistas que usam a religião, o clientelismo, o cabresto, grana, tudo para conquistar votos.

A crassa ignorância dos despossuídos é o chão onde crescem os pseudo-políticos, como a água parada gesta ovos de mosquitos.

A segunda poça de germes é mais sutil. Não está no analfabetismo, nem na crendice, nem na ingenuidade. Está no carioca médio e em sua "cultura malandra". Depois de décadas de desgraça, ainda não sabemos como agir, como nos mobilizar, além de vagos protestos, cartas a leitores ou comentários (como eu mesmo faço), na facilidade da indignação impotente.

Atraso x modernização

Cariocas, somos considerados criativos e manemolentes, quando hoje estamos mal informados e sem inspiração. Somos malandros com o terno esfarrapado, a navalha sem aço e o chapéu panamá rasgado. O carioca tem uma "poética" irresponsabilidade política. Carioca gosta de falar de política mas não de agir politicamente; tudo se afoga no chope ou na praia e chegamos, no máximo, a movimentos abstratos, pedindo paz, abraçando a Lagoa, cantando, chorando. O carioca é ideológico, mas deixa a política para os canalhas. E nossa única saída para a tragédia que vivemos seria uma virada pragmática, uma mudança, uma diferença de métodos e de ética. O Rio está organizado para "não" funcionar.

Tornou-se impossível governar sem uma macro-mudança administrativa. Precisamos de cinturões industriais na periferias, precisamos criar algum objetivo econômico para a região, seja a criação de uma "hong kong" carioca, uma base financeira e cultural. A idéia de que há uma "solução" para o Rio é uma falácia. Precisamos de atalhos, de imaginação. Não dá para retornar a uma "normalidade" ideal, apenas por uma corriqueira substituição de poder. O Rio tem de planejar seu futuro em cima de um luto, da aceitação de uma grave encrenca em estado adiantado.

Com a aproximação das eleições para a Prefeitura, dois cenários se apresentam na paisagem política: o atraso e a possibilidade de uma modernização. Marcelo Crivella é o uso da política como instrumento de outro poder. A prefeitura não como um instrumento para o bem da cidade. A cidade não como fim, mas como meio. Seus eleitores já foram escolhidos e apontados em sua primeira declaração contra Fernando Gabeira: "Ele é a favor de homem com homem, aborto e maconha". É nítido que ele vai usar a superstição, o moralismo tacanho, a ignorância e a obediência religiosa para se eleger, depois de ter sabiamente desviado Wagner Montes do caminho, ele o mais forte candidato no mundo da ignorância pública.

Para esta vertente político-religiosa, quanto mais paralisada a máquina da cidade, melhor. Quanto mais indefesos forem os aparelhos do estado, melhor. Depois do populismo chaguista no estado, depois da honestidade incompetente de Saturnino Braga, depois do brizolismo, da piração de Cesar Maia, involuímos para o populismo da fé.

Por outro lado, a possibilidade de eleição de Fernando Gabeira pode ser uma oportuna retomada de um pragmatismo que não se vê desde o boom do Estado da Guanabara. Não falo por salvacionismo, nem Gabeira seria um bonaparte. Falo porque ele pode criar uma nova vertente política, cortando caminhos pela imaginação, pela criatividade e pelo nível intelectual e contemporâneo que ele representa. Mudança de rumos, mudança: quase um Obama carioca.

Quem pode atrapalhar Gabeira? Homens e mulheres de bem, como Chico Alencar, Jandira, Eduardo Paes, que pensam ainda em termos legítimos (sem dúvida) mas também sem possibilidade alguma de vitória.

Eles teriam de entender e se coligar com o único que tem uma chance de vencer o populismo psicótico (sou um romântico). Entender que o Rio não é uma cidade a mais à espera de uma eleição. Somos uma calamidade urgente que tem de ser assumida, como o desmatamento da Amazônia ou a seca no Nordeste.

sexta-feira, março 21, 2008

MEDIDAS PARA EVITAR PICADA DE MOSQUITO


Espirais ou vaporizadores elétricos:
Devem ser colocados ao amanhecer e/ou no final da tarde, antes do pôr-do-sol, horários em que os mosquitos da dengue mais picam.

Mosquiteiros:
Devem ser usados principalmente nas casas com crianças, cobrindo as camas e outras áreas de repouso, tanto durante o dia quanto à noite.


Repelentes:
Podem ser aplicados no corpo, mas devem ser adotadas precauções quando utilizados em crianças pequenas e idosos, em virtude da maior sensibilidade da pele.

Telas:
Usadas em portas e janelas, são eficazes contra a entrada de mosquitos nas casas.


In: http://www.hulw.ufpb.br/node/13

AUTORIDADES??? ONDE???? CALAMIDADE!!!!!


PROTEJA-SE!!

- USE REPELENTE, PRINCIPALMENTE NOS PES E PERNAS!
- ACENDA VELAS DE ANDIROBA EM CASA E NO TRABALHO OU USE APARELHOS CONTRA MOSQUITOS NAS TOMADAS!

CUIDADO!!
VOCE PODE MORRER!!!

sábado, março 15, 2008

STOP AIDS!!!!

FOLHA ONLINE - 22/02/2008 - 10h51
Anvisa aprova teste que detecta HIV pela saliva
da Folha de S.Paulo

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou o teste de detecção de HIV por via oral. O exame usa a saliva, sai em 20 minutos e é 99% confiável.

Tal como nos EUA, o teste oral não estará à venda nas farmácias. Será usado em centros de saúde, hospitais, clínicas e laboratórios.

O Ministério da Saúde disse que, com a aprovação, avaliará a inclusão ou não do teste no serviço público. O exame ainda não tem valor definido.


Testes rápidos

Na semana passada, o Ministério da Saúde anunciou que pretende intensificar o uso dos testes rápidos nas unidades médicas. Segundo dados do Ministério, o acesso dos portadores de HIV ao sistema de saúde é tardio no Brasil, o que dificulta o tratamento.

O relatório "UNGASS: Resposta Brasileira à Epidemia de Aids 2005-2007" mostra que 43,7% das pessoas que buscam acompanhamento clínico já estão com uma deficiência imunológica grave ou com quadro com sintomas da Aids. Óbitos no início de tratamento acontecem em 28,7% dos casos.

De acordo com o Ministério, os testes rápidos seriam a melhor forma de melhorar as condições de vida das pessoas portadoras do vírus.

O teste oral, feito com o aparelho OraQuick, pode detectar anticorpos do HIV-1 e do HIV-2 e é fácil de ser aplicado. Basta passar uma palheta (parecida com um cotonete) na gengiva e, então, mergulhá-la numa solução líqüida reveladora. Se o resultado for positivo, duas linhas vermelhas aparecerão.

sexta-feira, março 14, 2008


Untitled (Spermatoza), 1983
Jean-Michel Basquiat























Crown of Thorns, 1983
Basquiat



segunda-feira, fevereiro 11, 2008