sexta-feira, abril 18, 2008

Município do Rio já tem 56.919 casos de dengue

18/04/2008 - 21h21
Secretaria de Saúde não registrou novos óbitos nesta sexta-feira.
Em menos de quatro meses, a dengue já matou 89 pessoas em todo o estado.
Do G1, no Rio

O município do Rio registrou mais 1.466 casos de dengue de quinta para sexta-feira (18), segundo balanço divulgado pela Secretaria municipal de Saúde. O número total de casos só na cidade do Rio chega a 56.919 só este ano. Como não houve registro de novos óbitos, o numero de mortos continua em 54. Em menos de quatro meses, a dengue já matou 89 pessoas em todo o estado.


Cerca de 20 agentes de controle de endemias realizarão ações operacionais, eliminando possíveis criadouros do mosquito Aedes aegypti e tratando reservatórios que não puderem ser removidos. Neste sábado (19), ações ocorrerão em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio. No Conselho Distrital da área ocorrerão palestras e encontros de voluntários para formação de brigadas anti-dengue nos bairros de Santa Cruz, Sepetiba e Paciência.

Mutirões de combate à doença
O sábado também será de mutirões, que serão realizados nas comunidades da Serrinha, em Madureira, e do Quitungo, em Brás de Pina, Zona Norte do Rio, da Areinha, no Itanhangá, de Areal I, em Jacarepaguá, e Fazenda Marambaia, em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio.

Neste fim de semana, 30 postos de saude funcionarao por 24 horas.A secretaria informou ainda que, na próxima terça-feira (22), o ponto facultativo foi suspenso, em mais uma medida na luta contra a doença.

quarta-feira, abril 16, 2008

sexta-feira, abril 11, 2008

Mortalidade de crianças indígenas é o dobro da média nacional, diz relatório

11/4/2008 09:03:00

Brasília - Entre os indígenas, a mortalidade infantil é o dobro da média nacional, e os índices de desnutrição também são altos. É o que revela o relatório Violência contra os Povos Indígenas no Brasil 2006/2007, elaborado pelo pelo Conselho Indigenista Missionário (Cimi).

De acordo com o relatório, apresentado ontem (10) na 46ª Assembléia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), disenteria, pneumonia e tuberculose foram algumas das causas das 51 mortes de crianças indígenas nos últimos dois anos - 29 em 2006 e 22 em 2007.

"Em Mato Grosso [em 2006], 17 crianças morreram em conseqüência da desnutrição. Em Rondônia, foram registrados sete casos e, em Tocantins, 11 casos de óbito infantil causados por desnutrição, desidratação e, especialmente, por falta de tratamento adequado", registra o capítulo sobre mortalidade infantil do relatório.

Segundo o levantamento do Cimi, os estados de Mato Grosso do Sul, Santa Catarina e Tocantins foram os que apresentaram o maior número de mortes por desnutrição e desidratação infantil entre os índios. As causas apontadas pelo relatório vão desde a saúde precária das mães à falta de transporte para os postos médicos.

"É conseqüência e testemunho da saúde extremamente precária das mães que, amamentando, não conseguem alimentar seus filhos e, além disso, não têm assistência pré-natal e pós-natal adequada." O levantamento aponta ainda a "falta de alimentação, terra, segurança alimentar, água potável, saneamento, prevenção, vacinação e assistência médica" entre os fatores que levam a tal situação.

O documento do Cimi relaciona 74 casos de desnutrição entre índios em 2006 e 491 em 2007. Só em Mato Grosso do Sul, são 184, segundo o coordenador de Saúde Indígena da Fundação Nacional de Saúde (Funasa) no estado, Zelik Trajber, conforme relatado no documento.

"Das 2,3 mil crianças de zero a cinco anos atendidas pela Funasa, 184 sofrem de desnutrição e ainda há 322 crianças sob risco de desnutrição", informa o relatório.

Fonte : Agência Brasil

In:
http://www.prontuariodenoticias.com.br/noticias.asp?secao=DE&id=3232

sexta-feira, abril 04, 2008


The False Mirror. 1928.
[Oil on canvas, 21 1/4 x 31 7/8" (54 x 80.9 cm)]
René Magritte (Belgian, 1898-1967).

quinta-feira, março 27, 2008

Arnaldo Jabor - O homem versus o mosquito


O Globo
25/3/2008

O Rio é uma calamidade urgente que tem de ser assumida

Não interessa saber se a dengue é uma epidemia ou não. A dengue é apenas a forma microbiológica que expõe o caos geral da administração do Rio. Os vírus proliferam pelo mesmo fertilizante que estimula a corrupção, a violência, a vergonha burocrática. A verdadeira epidemia é a administração da cidade que já atinge um grau de gravidade talvez irreversível.

Vivemos no Rio (oh leitores de outros estados!...) a sensação permanente do Insolúvel. Já temos a dengue, a febre amarela; um dia chegaremos à perfeição da varíola. Mas muitos sintomas eclodem alem da dengue: depressão, miséria, violência, ignorância. A própria crise psicótica do Cesar Maia também é um sintoma. Ele, que pareceu um exemplo de pragmatismo para quebrar a cadeia do populismo, entrou em catatonia, em paralisia mental, e não fala mais. Diante do Insolúvel, ele emite ruídos de e-mail como um robô quebrado.

O Rio de hoje é o filho defeituoso que a ditadura militar criou, pela fusão com o Estado fluminense, a estratégia "geiseliana" de afastar o MDB de uma possível vitória na política nacional em 75.

A des-fusão dos dois estados e a volta da Guanabara é um tema que surgiu, fervilhou e esfriou de novo, como tudo aqui. Seria uma utopia? Na Prefeitura, na Câmara Municipal, assembléias, repartições, vemos a cenografia e figurinos de nossa desgraça.

Estamos salpicados de favelas, de onde descem hordas de assaltantes para pescar cidadãos como num parque temático, somos governados por populistas de direita há décadas. Nosso melhor governador ("prefeito" do Estado da Guanabara) foi o Carlos Lacerda. Homem inteligente e competente - o ódio máximo de minha juventude - ( podem me esculhambar, velhos comunas...), mas que nos trouxe luz, água, túneis, urbanização e o conceito de administração moderna contra a politicagem fisiológica. Lacerda, com todos seus defeitos, era um atalho no populismo que tirou o Rio do ciclo "de dia falta água, de noite falta luz..."

Hoje, há um caldo de cultura de onde germina nossa tragédia. Ou melhor, duas grandes poças de cultura que se somam.

A primeira grande poça trágica é a imensa ignorância da população pobre, presa da demagogia de oportunistas que usam a religião, o clientelismo, o cabresto, grana, tudo para conquistar votos.

A crassa ignorância dos despossuídos é o chão onde crescem os pseudo-políticos, como a água parada gesta ovos de mosquitos.

A segunda poça de germes é mais sutil. Não está no analfabetismo, nem na crendice, nem na ingenuidade. Está no carioca médio e em sua "cultura malandra". Depois de décadas de desgraça, ainda não sabemos como agir, como nos mobilizar, além de vagos protestos, cartas a leitores ou comentários (como eu mesmo faço), na facilidade da indignação impotente.

Atraso x modernização

Cariocas, somos considerados criativos e manemolentes, quando hoje estamos mal informados e sem inspiração. Somos malandros com o terno esfarrapado, a navalha sem aço e o chapéu panamá rasgado. O carioca tem uma "poética" irresponsabilidade política. Carioca gosta de falar de política mas não de agir politicamente; tudo se afoga no chope ou na praia e chegamos, no máximo, a movimentos abstratos, pedindo paz, abraçando a Lagoa, cantando, chorando. O carioca é ideológico, mas deixa a política para os canalhas. E nossa única saída para a tragédia que vivemos seria uma virada pragmática, uma mudança, uma diferença de métodos e de ética. O Rio está organizado para "não" funcionar.

Tornou-se impossível governar sem uma macro-mudança administrativa. Precisamos de cinturões industriais na periferias, precisamos criar algum objetivo econômico para a região, seja a criação de uma "hong kong" carioca, uma base financeira e cultural. A idéia de que há uma "solução" para o Rio é uma falácia. Precisamos de atalhos, de imaginação. Não dá para retornar a uma "normalidade" ideal, apenas por uma corriqueira substituição de poder. O Rio tem de planejar seu futuro em cima de um luto, da aceitação de uma grave encrenca em estado adiantado.

Com a aproximação das eleições para a Prefeitura, dois cenários se apresentam na paisagem política: o atraso e a possibilidade de uma modernização. Marcelo Crivella é o uso da política como instrumento de outro poder. A prefeitura não como um instrumento para o bem da cidade. A cidade não como fim, mas como meio. Seus eleitores já foram escolhidos e apontados em sua primeira declaração contra Fernando Gabeira: "Ele é a favor de homem com homem, aborto e maconha". É nítido que ele vai usar a superstição, o moralismo tacanho, a ignorância e a obediência religiosa para se eleger, depois de ter sabiamente desviado Wagner Montes do caminho, ele o mais forte candidato no mundo da ignorância pública.

Para esta vertente político-religiosa, quanto mais paralisada a máquina da cidade, melhor. Quanto mais indefesos forem os aparelhos do estado, melhor. Depois do populismo chaguista no estado, depois da honestidade incompetente de Saturnino Braga, depois do brizolismo, da piração de Cesar Maia, involuímos para o populismo da fé.

Por outro lado, a possibilidade de eleição de Fernando Gabeira pode ser uma oportuna retomada de um pragmatismo que não se vê desde o boom do Estado da Guanabara. Não falo por salvacionismo, nem Gabeira seria um bonaparte. Falo porque ele pode criar uma nova vertente política, cortando caminhos pela imaginação, pela criatividade e pelo nível intelectual e contemporâneo que ele representa. Mudança de rumos, mudança: quase um Obama carioca.

Quem pode atrapalhar Gabeira? Homens e mulheres de bem, como Chico Alencar, Jandira, Eduardo Paes, que pensam ainda em termos legítimos (sem dúvida) mas também sem possibilidade alguma de vitória.

Eles teriam de entender e se coligar com o único que tem uma chance de vencer o populismo psicótico (sou um romântico). Entender que o Rio não é uma cidade a mais à espera de uma eleição. Somos uma calamidade urgente que tem de ser assumida, como o desmatamento da Amazônia ou a seca no Nordeste.

sexta-feira, março 21, 2008

MEDIDAS PARA EVITAR PICADA DE MOSQUITO


Espirais ou vaporizadores elétricos:
Devem ser colocados ao amanhecer e/ou no final da tarde, antes do pôr-do-sol, horários em que os mosquitos da dengue mais picam.

Mosquiteiros:
Devem ser usados principalmente nas casas com crianças, cobrindo as camas e outras áreas de repouso, tanto durante o dia quanto à noite.


Repelentes:
Podem ser aplicados no corpo, mas devem ser adotadas precauções quando utilizados em crianças pequenas e idosos, em virtude da maior sensibilidade da pele.

Telas:
Usadas em portas e janelas, são eficazes contra a entrada de mosquitos nas casas.


In: http://www.hulw.ufpb.br/node/13

AUTORIDADES??? ONDE???? CALAMIDADE!!!!!


PROTEJA-SE!!

- USE REPELENTE, PRINCIPALMENTE NOS PES E PERNAS!
- ACENDA VELAS DE ANDIROBA EM CASA E NO TRABALHO OU USE APARELHOS CONTRA MOSQUITOS NAS TOMADAS!

CUIDADO!!
VOCE PODE MORRER!!!

sábado, março 15, 2008

STOP AIDS!!!!

FOLHA ONLINE - 22/02/2008 - 10h51
Anvisa aprova teste que detecta HIV pela saliva
da Folha de S.Paulo

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprovou o teste de detecção de HIV por via oral. O exame usa a saliva, sai em 20 minutos e é 99% confiável.

Tal como nos EUA, o teste oral não estará à venda nas farmácias. Será usado em centros de saúde, hospitais, clínicas e laboratórios.

O Ministério da Saúde disse que, com a aprovação, avaliará a inclusão ou não do teste no serviço público. O exame ainda não tem valor definido.


Testes rápidos

Na semana passada, o Ministério da Saúde anunciou que pretende intensificar o uso dos testes rápidos nas unidades médicas. Segundo dados do Ministério, o acesso dos portadores de HIV ao sistema de saúde é tardio no Brasil, o que dificulta o tratamento.

O relatório "UNGASS: Resposta Brasileira à Epidemia de Aids 2005-2007" mostra que 43,7% das pessoas que buscam acompanhamento clínico já estão com uma deficiência imunológica grave ou com quadro com sintomas da Aids. Óbitos no início de tratamento acontecem em 28,7% dos casos.

De acordo com o Ministério, os testes rápidos seriam a melhor forma de melhorar as condições de vida das pessoas portadoras do vírus.

O teste oral, feito com o aparelho OraQuick, pode detectar anticorpos do HIV-1 e do HIV-2 e é fácil de ser aplicado. Basta passar uma palheta (parecida com um cotonete) na gengiva e, então, mergulhá-la numa solução líqüida reveladora. Se o resultado for positivo, duas linhas vermelhas aparecerão.

sexta-feira, março 14, 2008


Untitled (Spermatoza), 1983
Jean-Michel Basquiat























Crown of Thorns, 1983
Basquiat



segunda-feira, fevereiro 11, 2008

domingo, dezembro 30, 2007

2008 - Ano do Rato (terra)
(Horóscopo Chinês)

O ano do rato é um ano de abundância, trazendo a oportunidade e bons projetos. Será marcado pelo especulação e pela flutuação nos preços dos produtos e do mercado mantido em estoque; a economia do mundo em geral crescerá. O negócio estará no auge, podem ser feitas fortunas e será fácil fazer planos de investimento a longo prazo porque a pechincha que o ano do rato traz servirá para os anos de quebra que podem seguir. Todos os riscos iniciados neste tempo serão bem sucedidos se as pessoas se prepararem bem. Entretanto, evite correr riscos desnecessários: o ano do rato é governado ainda pelo frio do Inverno e pela escuridão da noite. Aqueles que especularem indiscriminadamente e extrapolarem virão a ter uma triste conta.
Ao todo, este será um ano mais feliz do que a maioria: livre dos eventos e das guerras explosivas e com muito menos catástrofes do que por exemplo os anos do tigre ou do dragão. Uma época genial que encontra na maioria de nós o que socializamos e o que apreciamos.


RATO TERRA - 1888, 1948, 2008

Este tipo de rato amadurece cedo; para ele a felicidade e o contentamento, encontra-se na ordem, na disciplina e na segurança. Ele fará tudo para que reconheçam os seus talentos. Ele é muito realista e não facilita ideais sonhadores ou meras especulações.

Ele gosta de manter boas relações com todas as pessoas e prefere trabalhar num único lugar e ter um emprego de longa duração para poder ter bons e fieis amigos. Ele é minucioso no seu trabalho. O seu lado negativo deixa-o por vezes ser intolerante com os outros, especialmente se estiver com pressa para concluir algo e tiver dado todas as especificações.

Ele preocupa-se demasiadamente com a sua reputação e imagem. Ele é afetivo e protege todos os que ama. Ele tem um patamar superior estandardizado e está sempre a comparar o seu sucesso com o dos seus contemporâneos. Este tipo pode se tornar meticuloso e agarrado ao dinheiro.

Ele nunca joga e raramente corre riscos. Como resultado a sua fortuna crescerá lentamente mas de forma séria. Ele respeita as regras e cumpre o que está determinado esperando que todos os que trabalham com ele também o façam.


In: http://www.hoops.pt/astrologia/rato.htm

sexta-feira, dezembro 28, 2007